Neste momento, sinto-me envergonhada. Tão envergonhada que só me apetece olhar e assobiar para o lado fingindo que não é nada comigo.
O que temos vindo a asssistir é uma fantochada tão grande que por todos é motivo de chacota. Todos os dias as redes sociais são palco de videos/músicas/piadolas sobre o suposto "divórcio" Passos Coelho vs Portas. Ora avança ora recua, ora dá-me mais poder ora vai-te embora, ora põe lá mais ministros meus ora tira... É um autêntico divórcio em direto em que todos os portugueses se fazem passar por conselheiros matrimoniais tentando tudo por tudo que o casamento vá em frente, pelo menos até a criança ter idade para crescer sem problemas (Portugal).
Esses mesmos Portugueses, que até à bem pouco tempo, enchiam as ruas de manifestações e greves são os mesmos que, tendo tido um ligeiro vislumbre da situação caótica em que o país pode ficar sem governo, rapidamente se encolheram e agora sim, apelam a toda a força que eles se entendam.
Toda a gente percebeu agora que, eleições antecipadas seria uma catástrofe. Toda a gente percebeu que não se brinca às demissões. Toda a gente percebeu que o "está na hora, está na hora, está na hora do governo ir embora" tão apregoado pelos sindicalistas pode significar um precipício em direção à Grécia.
Claro que ninguém gosta do governo, claro que ninguém fica indiferente às medidas de austeridade. Mas olhando à nossa volta não há melhor. O governo tem-nos lixado a vida é certo, mas quais as soluções? O tal de Seguro que de seguro não tem nada?
É preciso ter calma. Deixar que pelo menos se cumpra o estabelecido pela Troika e esperar, esperar que surja alguma alma iluminada que se chegue à frente e tome as rédeas do país.
O que temos vindo a asssistir é uma fantochada tão grande que por todos é motivo de chacota. Todos os dias as redes sociais são palco de videos/músicas/piadolas sobre o suposto "divórcio" Passos Coelho vs Portas. Ora avança ora recua, ora dá-me mais poder ora vai-te embora, ora põe lá mais ministros meus ora tira... É um autêntico divórcio em direto em que todos os portugueses se fazem passar por conselheiros matrimoniais tentando tudo por tudo que o casamento vá em frente, pelo menos até a criança ter idade para crescer sem problemas (Portugal).
Esses mesmos Portugueses, que até à bem pouco tempo, enchiam as ruas de manifestações e greves são os mesmos que, tendo tido um ligeiro vislumbre da situação caótica em que o país pode ficar sem governo, rapidamente se encolheram e agora sim, apelam a toda a força que eles se entendam.
Toda a gente percebeu agora que, eleições antecipadas seria uma catástrofe. Toda a gente percebeu que não se brinca às demissões. Toda a gente percebeu que o "está na hora, está na hora, está na hora do governo ir embora" tão apregoado pelos sindicalistas pode significar um precipício em direção à Grécia.
Claro que ninguém gosta do governo, claro que ninguém fica indiferente às medidas de austeridade. Mas olhando à nossa volta não há melhor. O governo tem-nos lixado a vida é certo, mas quais as soluções? O tal de Seguro que de seguro não tem nada?
É preciso ter calma. Deixar que pelo menos se cumpra o estabelecido pela Troika e esperar, esperar que surja alguma alma iluminada que se chegue à frente e tome as rédeas do país.

0 comentários:
Enviar um comentário